Impactos sociais e econômicos das maquinas térmicas

O grego Heron de Alexandria, no século I d.C. Construiu um dispositivo que girava impulsionado pelo vapor d’água. Esse dispositivo é considerado pela ciência como o precursor da máquina térmica. Porém, a máquina de Heron não foi concebida para produzir trabalho. Apenas no século 18, durante a revolução industrial, foram construídas as primeiras máquinas térmicas para as indústrias. Essas primeiras máquinas consumiam muito carvão tendo baixo rendimento. James Watt , em 1770, criou um novo modelo de máquina térmica com grandes vantagens em relação às existentes na época, revolucionando a sociedade. O desenvolvimento das máquinas térmicas levou ao desenvolvimento da Termodinâmica com o estabelecimento da Segunda Lei da Termodinâmica. O desenvolvimento da Termodinâmica causou importantes avanços na tecnologia de produção e de transporte. Esses avanços produziram grandes impactos na sociedade e no desenvolvimento da civilização. Hoje, muitas máquinas térmicas que fazem parte do nosso dia-a-dia operam segundo princípios termodinâmicos (automóvel, geladeira, caldeira, freezer, ar-condicionado, etc.).

O Impacto da Revolução Industrial e seus Efeitos na Sociedade

O ponto de partida para uma análise detalhada do impacto social provocado pela Revolução Industrial, tem raízes no consenso geral entre historiadores que afirmam que o crescimento continuado, crescimento segundo alguns, remonta suas origens às décadas de meados do século XVIII. O período anterior mostra que quadro lento (quanto não precipitado por catástrofes não econômicas). Os padrões de vida eram inconstantes e flutuavam violentamente a curto prazo, podendo elevar-se ou declinar-se de maneira imperceptível a longo prazo. Com o processo de insdustrialização, a mudança tornou-se contínua, patente e sistemática. Fazia parte de um processo de industrialização. O resultado mostrou-se no aumento visível da produção nacional, na produção e nas suas rendas “per capita” em ritmo ainda variável.

Associada com a Revolução Industrial no tempo e uma relação complexa de causa e efeito se desenrolou uma revolução demográfica cuja mecânica não é ainda completamente compreendida. Algo está claro, entretanto, uma das características que diferencia a moderna economia industrial (ou processo de industrialização) de suas predecessoras na cadeia de desenvolvimento econômico é fato de que a primeira implica em crescimento contínuo a longo prazo tanto em população em produção.

Claro é, que a taxa de natalidade e mortalidade (fatores formalizadores do crescimento demográfico limitam as variações do aumento da população. O quadro econômico pré industrial com taxas brutas de natalidade de nascidos vivos por ano de 1000 habitantes variam geralmente entre 35 a 50. A taxa real equivale, de acordo com características específicas como sexo e composição etária, fatores sócio-culturais ( idade de casamento e atitudes para com o tamanho da família), fatores econômicos ( procura de menores para trabalhar ou os custos de ter filhos) e eventos como guerras, epidemias e o fato da taxa de mortalidade ser inferior à taxa de natalidade fortalecem a tese afirmativa do autor supracitado.

Os estudos mais atualizados que dizem respeito ao desenvolvimento econômico dos países subdesenvolvidos afirmam categoricamente que o caminho para o crescimento econômico prolongado tem bases sólidas na Revolução Industrial. O contraponto reside na estratégia de insdustrialização e o papel que a gricultura devia desempenhar no processo.

As teorias variam e constroem abordagens diferentes sobre o assunto. Para uns a exigência agrária devia absorver mã-o-de-obra de maneira eficiente e liberar força de trabalho e recursos nas técnicas agrícolas e nos métodos organizacionais promoveriam a modernização das insústrias maufatureira e do transporte.

Tais teorias partem partem do princípio de uqe só há crescimento bem sucedido na produtividade agrícola, uando há condições revolucionárias. Então, a economia pré-industrial deve depender da agricultura para adicionar continuiddae, matérias-primas, os mercados e o capital são fatores que permitem a industrialização evolutiva. A Inglaterra mostrou historicamente quatro caracterpisticas que reforçam a relação da Revolução Agrária. Destaca-se o cultivo de lavoura consolidadas em grande escala em lugar dos campos abertos medievais cultivados primitivamente, a adoção do cultivo intensivo da terra para a produção de alimentos e a ampliação da cultura arável às terras livres, a transformação no perfil da comunidade aldeã de lavradores auto suficientes num perfil de trabalhadores agrícolas cujos padrões dependiam da economia mercadológica e internacional.

O Impacto da Maior Produtividade no Comércio e nos Transportes

A expansão do horizonte econômico no período de transição pré e pós-industrial tomou proporções ágeis com a industrialização. A Europa ocidental, a Inglaterra encontrava-se em posição estrategicamente favorável. Obtivera êxito na implantação duma indústria manufatureira de exportação por meio da beneficiação da lã que possuía em quantidade relativamente abundante e de boa qualidade, por intermédio de desenvolvimento de habilidades técnicas e de técnicas comerciais, que as vendas manufatureiras de lã a preço baixos lideravam o mercado.

Com o avanço inegável da produtividade no período pós-industrial, a necessidade de agilidade no transporte dos produtos com uma nova forma de economia de capital. Embora seja claro, que todo aumento da produtividade agrícola (volume de bens produzidos por unidade de força de trabalho empregada na agricultura em tempo integral. A essência da produção agrícola tecnológica é caracterizada pela agilidade que as máquinas proporcionam ao plantio, às novas rotações de culturas, às safras e ao estoque. “Não há dúvidas de que essas inovações devem ter melhorado em muito a produção agregada da indústria de uma determinada unidade de terra ou mão-de-obra onde quer que foram introduzidas”.

DEANE afirma que os fazendeiros inovadores, que investiam tecnologicamente na produção fizeram imensas fortunas, investimentos voltados às facilidades de estrutura de transportes básicos como portos, estradas, pontes, canais, estradas de ferro sejam de natureza geral social, sem dúvida, esse tipo de capital promoveu os mais ricos recursos naturais de uma economia planejada que sem ela poderiam permanecer inacessíveis e subdesenvolvidos. Tais investimentos caracterizam os fatos que: exigiram empates de capital superiores ao que é lícito esperar-se de um empresário;tomaram tempo para sua construção e mais tempo ainda para produzir lucro substancial;verdadeiro proveito do investimento era de ordem coletiva e atingiu direta ou indiretamente mais a comunidade como um todo, do que os empreendedores propriamente ditos. Conseqüentemente o uso do capital geral e social tem de ser fornecido coletivamente por iniciativa pública-governamental e privada (instituições financeiras internacionais).

É bem verdade, que as estradas sempre foram produto de empreendimento coletivo, em grande parte porque estavam intimamente ligadas com as questões de segurança militar.

Em tempos feudais, as estradas romanas foram construídas quase exclusivamente por soldados, e desse modo, às custas de verba-pública. Todos os proprietários de terras eram teoricamente os responsáveis pelas estradas inclusas em seu território. Somente em locais em que a manutenção de ordem da lei estava em jogo é que havia alguma probabilidade do Estado medieval intervir invocando a responsabilidade e lançando impostos e taxas com vistas ao reparo das estradas.

“O caráter insatisfatório das estradas em face das exigências crescentes que eram feitas pela economia refletiu no interesse público intensificado pelas estradas. Na data de meados do século XVIII, cerca de oito leis rodoviárias, geralmente autorizando estradas foram aprovadas pelo Parlamento. O fluxo quintuplicou durante as duas décadas que terminaram e 1770, caiu lentamente para 37 leis por ano nas duas décadas seguintes e atingiu seu auge de mais de 55 leis por ano no período de vinte anos compreendidos entre 1991-1810.”

A quantidade aqui não equivale à qualidade. Os perigos nas estradas apresentam-se sob várias formas para os viajantes. As novas técnicas de construção de estradas proporcionavam bem ou mal a existência de rodovias capazes de suportar tráfego pesado. Tem-se aí relação explícita de expansão comercial e do transporte.

1 comentário »

  1. dannielle Said:

    muito bom eu gostei muito , e tambem me ajudou muito com o trabalho de escola


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